um povo forte
que sobreviveu a duas bombas nucleares e varias outras tragédias, agora passa por mais uma catástrofe
que insiste em acabar com o sonho de uma grande potência que tivera sido construído.
Um povo que nao sabe mais para onde fugir.
E que busca alguma forma de sobreviver e ajudar aos que mais precisam.





















que insiste em acabar com o sonho de uma grande potência que tivera sido construído.
Um povo que nao sabe mais para onde fugir.
E que busca alguma forma de sobreviver e ajudar aos que mais precisam.

Esses dias navegando, encontrei algumas frases...
Enquanto houver amanhã, minha preguiça será imortal.
Quando eu perco: Isso é só um jogo. Quando eu ganho: Sou foda!
É muita carteira pra pouco dinheiro.
Queres partilhar comigo algo ardente, que nos vai levar para a cama, fazer-nos suar, arder e ate delirar... que tal uma gripe?
Malandro é o peixe-boi, que finge ser peixe pra não virar churrasco.
Se buzinar fizesse alguém andar, o Chacrinha apresentaria o Teleton.
Do que você mais gosta em mim: do meu rosto angelical ou o meu magnífico corpo? Do seu senso de humor!
Detesto pessoas que ficam repetindo a mesma coisa, a mesma coisa, a mesma coisa, a mesma coisa...
Meu professor vive falando que eu não tenho educação, mas e ele que vive atrapalhando minha conversa com meus amigos?
O amor não realiza suas fantasias. Isso se chama costureira de escola de samba.
Eu não sei o que é mais irônico, o bom dia às 6 da manhã, ou o Boa Sorte que os professores colocam na prova.
Malandro é o pirata que fala com o telefone no gancho.
Não pego as coisas que caíram no chão por ser relaxado, não pego para evitar o transtorno dela cair novamente.
Como evoluiu a odontologia: cada dia se inventa um aparelho diferente pra provocar uma dor diferente.
Quem nunca sonhou estar pelado no trabalho ou na escola, não sabe o que é acordar aliviado.
Minha namorada falou comigo hoje de manhã. Não lembro bem, mas era algo sobre eu ignorar ela.
rabiscos...
...e de repente, fiquei pálida, como nunca tivera estado antes.
Não que houvesse um (grande) motivo. Afinal todos ali viram o mesmo.
A mesma suplica, os mesmos joelhos ao chão. As mesmas lágrimas
vertendo daquele olhos avermelhado, não que fossem necessárias,
ao menos não pra mim. Afinal, elas não tinham mais o poder
de me comover. E muito menos aquelas pobres e insanas palavras vindas de
um louco, que dizia amar. Mas quem sou, para julgar um louco apaixonado?
mesmo que no acontecido eu tenha certa culpa, não há o que eu possa fazer para mudar o fato de não ama-lo.
Amanda Seimetz
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